domingo, 25 de junho de 2017

GIBIS ANTIGOS / SÉRIES CLÁSSICAS DA TV (CLASSIC COMICS / CLASSIC TV SHOWS) - DR. KILDARE (RICHARD CHAMBERLAIN) Nº 06 - 1963 DELL COMICS


DR. KILDARE Nº 06 - 1963 DELL COMICS / Criado por Frederick Schiller Faust (um especialista em filmes de faroeste), o personagem ficticio Dr. James Kildare teve uma vida longa nos filmes teatrais que apareceram na década de 30 e 40, e por volta de 1950 o personagem chegou ao rádio, para finalmente nos anos 60, sacramentar o grande sucesso numa produção para a televisão e na sequência para os quadrinhos, baseado no personagem da Tv. Dr. Kildare é um drama médico exibido pela primeira vez através da Rede NBC em 27 de setembro de 1961 à 9 de Setembro de 1965, em 5 temporadas, totalizando 191 episódios. Na mesma época, a Rede ABC estreava outra série médica, Ben Casey, e ambas rapidamente se tornaram um sucesso, ajudando a formar a base para o surgimento de várias séries que lidavam com a vida de médicos e enfermeiras, mas tornando-se obviamente, grandes rivais na disputa pela audiência. As duas série tratavam os assuntos de forma bem parecida e se tornaram bastante populares. Conta-se que Richard Chamberlain (Dr. Kildare) recebia três vezes mais cartas das fãs, principalmente da jovens mocinhas da época, devido a sua idade e porte físico, mais apropriado ao público jovem, do que Vince Edwards (Ben Casey), que tinha uma fisionomia mais série e lidava com temas mais adultos. Dr. Kildare narra o dia a dia de um jovem interno, James Kildare, interpretado por Richard Chamberlain, que trabalhava num grande hospital metropolitano, o Blair General e tentava, ao mesmo tempo, desenvolver e evoluir cada vez mais na profissão,  e lidar com os problemas dos pacientes, a ponto de ganhar o respeito de seu supervisor, o Dr. Leonard Gillespie, interpretado por Raymond Massey. No primeiro episódio da série, Gillespie diz à um sério e iniciante Kildare: "Nosso trabalho é manter as pessoas vivas, não dizer a elas como viver". Kildare simplesmente ignora o aviso, o que seria a base para a maior parte das histórias das quatro temporadas que se sucederiam. A série foi a grande responsável por fazer de Chamberlain, que havia vencido outros 35 candidatos ao papel, um dos maiores ídolos juvenis dos anos 60, chegando à gravar uma música, intitulada "Three Star Will Shine Tonight", tomando como base a música-tema do seriado. No Brasil a primeira temporada da série, em preto e branco, foi apresentada pela primeira vez, através da TV Excelsior e depois foi reapresentada na década de 70 pela TV Bandeirantes, com dublagem realizada pela AIC - São Paulo. Somente a última temporada da série foi produzida em cores, mas provavelmente nem chegou a ser apresentada por aqui. A editora Dell Comics não perdeu tempo, e publicou os quadrinhos baseado na série, durando apenas nove edições, de 1962 a 1965. Esta é a edição nº 6 apresentada em algumas páginas de um total de 36.









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sábado, 24 de junho de 2017

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - HANNA-BARBERA HERÓIS DA TV (HANNA-BARBERA TV HEROES) Nº 22 - 1977 EDITORA ABRIL / DELL COMICS / GOLD KEY COMICS


HANNA-BARBERA HERÓIS DA TV Nº 22 - 1977 EDITORA ABRIL / Uma publicação fantástica que a Editora Abril trouxe aos leitores e fãs dos personagens do estúdio Hanna-Barbera em junho de 1975 com o exemplar nº 01. Foram 32 edições até janeiro de 1978. De 132 páginas coloridas, nos formatinho tradicional da Abril, os inesquecíveis personagens engraçados, e os super-Heróis desse universo, sempre estiveram presentes na infância e juventude de muitas pessoas seja nos desenhos animados, ou nos quadrinhos que circularam o mundo. Vale ressaltar de que a Editora O Cruzeiro foi a primeira  a licenciar para o Brasil nos anos 60 e até a metade dos anos 70, os clássicos personagens HB, no formato americano em papel jornal. somente em 1975 através da Abril, foi possível dar uma reviravolta neste tipo de edição mais grossa com mais de 130 páginas em papel especial para alegria da galera! Sansão e Golias, O Poderoso Mightor, As Aventuras de Gulliver, A Corrida Maluca, Fantasminha Medroso, Urso do Cabelo Duro, Os Herculóides, Os Impossíveis, Space Ghost, Frankenstein Jr., entre tantos outros simpáticos personagens apareciam mensalmente nas bancas de jornais e revistas do país na década de 70. Na verdade, a Editora O Cruzeiro chegou a publicar vários personagens do estúdio, em formato americano de 36 páginas coloridas durante os anos 60 e inicio dos anos 70, um dos principais alvos de minha coleção, já que sou fã nº 1 declaradamente deste universo de Hanna-Barbera, inclusive guardo com carinho, dezenas de exemplares, e várias edições aqui postadas no blog Tv a Lenha. Mas foi através da Abril, na minha opinião, que houve uma preocupação e tratamento gráfico, na qualidade superior das páginas, no colorido, e na permanência de longa data com esses carismáticos personagens. Devemos à Editora Abril que em comemoração aos 25 anos de aniversário, resolveu lançar essa publicação mensal com essa galera toda. Essas mais de 130 páginas, é de pura diversão e aventura mesmo! Por serem muitos personagens, alguns tinham presença garantida todos os meses na bancas, enquanto outros eram apresentados nas páginas seguintes das edições mensais. Atualmente, além de serem raros de se conseguir, até mesmo em sebos especializados no país, custam uma certa quantia para quem encontrar um exemplar desses dando sopa em algum lugar! Não pisque, pegue e compre! Essa é a dica que deixo para você! Curiosidade: Não sei porque, alguns personagens dos desenhos animados da Tv, receberam outra denominação para a versão brasileira, como exemplo nesta edição: Xampu (na Tv era apenas "Cabeludo" de O Urso do Cabelo Duro, Fantasma do Espaço muito embora na abertura brasileira do desenho, o narrador diz "o herói Fantasma do Espaço", e que todos nós sabemos ser Space Ghost, Scooby-Doo, aparece como "Scubidu" que se por ventura alguém que estiver lendo este texto agora, e pensar, ora Schmidt, foi apenas para "abrasileirar"...então porque não Escubidu??? Chispinha então, talvez seja um dos maiores absurdos para Speedy Buggy, e para encerrar...Os Quatro Bananas, para os inesquecíveis Os Banana Splits!












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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - CLASSICS ILLUSTRATED (CLÁSSICOS ILUSTRADOS) - THE LAST OF THE MOHICANS Nº 04 (O ÚLTIMO DOS MOICANOS) - 1966 GILBERTON COMPANY, INC. / EDITORA BRASIL-AMÉRICA


CLASSICS ILLUSTRATED (CLÁSSICOS ILUSTRADOS) - THE LAST OF THE MOHICANS Nº 04 (O ÚLTIMO DOS MOICANOS) - 1966 GILBERTON COMPANY, INC. / Uma publicação interessante e que em sua primeira série lançada, teve um total de 169 edições de 52 páginas coloridas. Classics Illustrated é uma série de histórias em quadrinhos que trazia várias adaptações de obras da literatura clássica, infanto-juvenil, projetada por Albert Lewis Kanter (1897-1973) dando inicio em 1941 para a Elliot Publishing. A série mudou de editoras ao longo do tempo, mas a versão original ainda hoje, é cultuada e garimpada pelos colecionadores de quadrinhos e fãs desse genero de literatura. Aqui no Brasil, uma boa parte desta série foi publicada pela Editora Brasil-América (EBAL) na revista Edição Maravilhosa, porém, não na mesma ordem de títulos publicados nos Estados Unidos, e ainda contando com autores brasileiros e títulos consagrados do Brasil. A Editora Abril Jovem publicou nos anos 90, a revista homônima, porém, sem manter os clássicos desenhos de suas capas.








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GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - ALMANAQUE DE BATMAN - 1964 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) DC COMICS


ALMANAQUE DE BATMAN - 1964 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) / Este é o primeiro almanaque de Batman de final de ano, publicado pela EBAL, com 100 páginas em preto e branco, e trazendo 8 histórias completas. ao longo dos anos de sua publicação pela EBAL, apenas em almanaques, foram um total de 17 iniciado por este, e encerrado em 1979. Batman foi um dos títulos mais duradouros da editora, além de Superman, Tarzan e Zorro. 










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terça-feira, 13 de junho de 2017

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - CAPITÃO Z Nº 01 - HOMEM DE FERRO E CAPITÃO AMÉRICA (IRON MAN / CAPTAIN AMERICA) - 1967 EBAL (MARVEL SUPER HEROES)


CAPITÃO Z Nº 01  - HOMEM DE FERRO E CAPITÃO AMÉRICA (IRON MAN / CAPTAIN AMERICA) - 1967 EBAL / Esta publicação da Editora Brasil-América, com o título de "Capitão Z", existe desde 1951, mas à partir de julho de 1967 até maio de 1970, as edições se tornaram sinônimo dos Marvel Super-Heróis Shell, especificamente para esta publicação, Homem de Ferro e Capitão América, num total de 35 exemplares publicados mensalmente em preto e branco. Em 1966, com o patrocínio exclusivo dos Postos Shell, a TV Tupi com seu programa do Capitão Aza, e mais tarde a Tv Bandeirantes exibiram durante os dias da semana nos finais de tarde, Os Marvel Super Heróis Shell ou Clube Marvel, com a 1ª aparição no Brasil, do Incrível Hulk, Namor-O Príncipe Submarino, Capitão América, O Poderoso Thor e O Homem de Ferro, personagens clássicos do universo da Marvel. Na época, juntamente com o lançamento do desenho na televisão, era distribuída o nº 0 da revista dos heróis com exclusividade, aos consumidores que abasteciam nos postos Shell. Em pouco tempo, virou coqueluche dos anos 60 em ambos os segmentos. A publicação era da saudosa Editora Brasil América (EBAL). Na televisão, as aventuras eram exibidas em 3 partes de aproximadamente 6 minutos. E com um total de 13 episódios para cada herói. Uma produção da Grantray-Lawrence / Krantz Films. No Brasil, a dublagem ficou a cargo da RioSom e é considerada uma das melhores feitas para um desenho. Pode-se considerar também, uma das primeiras e maiores campanhas publicitárias já elaboradas na época, que junto com a Jovem Guarda, não tinha prá mais ninguém. Após a estréia do desenho, camisetas estampadas com os heróis, bolas da ATMA (Fabricante de Brinquedos), miniaturas e lancheiras de escola aqueciam o mercado comercial. Uma curiosidade que poucos talvez se recordem, é a voz em “off” do principal narrador do desenho, do apresentador esportivo Léo Batista, da Tv Globo, em inicio de carreira. Stan Lee foi o responsável na criação dos desenhos, que associando-se aos produtores Steve Krantz e Bob Lawrence, viriam a produzir ainda em 1967, o desenho Os 4 Fantásticos (nos quadrinhos, Quarteto Fantástico), O Homem-Aranha (a 1ª versão), e o Super Robin Hood do Espaço. O desenho desses super-heróis, eram nada mais que as adaptações dos quadrinhos para a tela da Tv. Com uma animação lenta, não havia além da boca e dos olhos, qualquer outra movimentação mais expressiva dos personagens que nem sequer andavam, eles deslizavam ou ficavam estáticos, com apenas alguns movimentos labiais. Além de algumas cenas serem aproveitadas em outros episódios do mesmo herói. Junto com os efeitos sonoros de socos e pontapés, vieram também, as famosas onomatopéias escritas na tela com seus “Pow!, Bong!, Clanc!, Soc!”; que talvez vocês se recordem melhor na série Batman com Adam West e Burt Ward que trouxe a novidade com personagens reais. Somente Namor não teve as adaptações dos quadrinhos na Tv, suas histórias ainda não tinha uma quantidade suficiente de publicações, que pudessem ser transpostas no vídeo. Após a contratação de Doug Wildey (o criador de Jonny Quest), e Alex Toth (criador de Space Ghost), 13 aventuras foram escritas e produzidas para a televisão com exclusividade. Embora esses desenhos sejam pobres em animação, certamente quem assistiu na época, ainda sente saudade de cada um....vamos viajar no tempo à partir de agora, conhecendo um pouquinho mais, sobre cada um deles da época. 












CAPITÃO AMÉRICA é um herói interessante e que em plena Guerra Mundial, em 1940, atingia de vez o patriotismo da América. Nos quadrinhos, as histórias em sua 1ª fase, transcorrem-se exatamente durante a guerra, e abordam quase sempre, o nazismo que imperava na época, onde o nosso herói, para não enfrentar personalidades conhecidas, tinha como inimigo mortal, o Caveira Vermelha (ou Crânio Vermelho). No desenho da Tv, já que suas histórias eram adaptações dos quadrinhos, não foi diferente também. Um jovem raquítico de nome Steve Rogers, decide ajudar seu país, alistando-se para o serviço militar. No entanto, considerado fisicamente incapaz, ele é dispensado e o General Philips ao perceber a decepção de Steve, oferece a ele, uma oportunidade única de ser cobaia em um teste denominado de Operação Renascimento, que se baseava em uma fórmula secreta que poderia se desse certo, criar um pelotão de super soldados. Steve percebe que ele poderia ser alguém na vida e lutar pelo seu País, optando positivamente para a experiência. Após uma série de tratamentos, uma última injeção lhe é aplicada, e agora seu espírito estava abrigado em um corpo que lhe fazia justiça. Um espião nazista, sabendo da “Operação”, mata o cientista responsável pela fórmula, pondo fim ao plano de criação do super exército. Como somente Steve foi beneficiado com a fórmula, começa um processo intensivo de treinamentos para um aprimoramento melhor. Surge então, o símbolo dos Estados Unidos. A abertura do desenho do Capitão América no Brasil, era exclusiva. As imagens eram diferentes da abertura original. Quando os Heróis Marvel retornaram à TV, em 1975 na Tv Tupi, a abertura brasileira não entrava mais no ar. Talvez tenha se perdido ou algo semelhante, nunca me souberam informar ao certo o que foi que ocorreu. A partir daí, Capitão América passou a ir ao ar com a abertura original em inglês. É por esse motivo que muitos fãs não se recordam da abertura em português do desenho (felizmente eu tenho no acervo, essa saudosa abertura preservada em 3 desenhos que ainda se encontram em 16mm, e devidamente telecinados para VHS e DVD). No inicio de 1982, uma nova dulagem foi feita, e outra letra para a abertura do Capitão América foi composta durante sua exibição no Xou da Xuxa, bem no inicio de cada manhã do programa. Quando os desenhos ficaram de fora da Tv Bandeirantes, foi exatamente no programa do Capitão Aza na Tupi, é que eles retornaram com força total. O que fez a dublagem original ser mais valiosa ainda, foram os temas musicais das aberturas. Todas cantadas em português e com letras adaptadas por Abdon Torres, foram gravadas sete músicas, incluindo as duas do programa Super-Heróis Shell. As canções eram carregadas com gírias dos anos 60, tais como "barra-limpa", "brasa", "tira a onda", "é lenha pura" e "papo firme". 



NAMOR, O PRÍNCIPE SUBMARINO, o filho vingador da Atlântida. O Príncipe Submarino é o mais antigo personagem do Univérso  Marvel, originário da Timely-Atlas, antecessora da Marvel, Namor foi um dos personagens que transformou o mundo dos quadrinhos no que é hoje. Juntamente com o Tocha Humana Original, Centelha, Marvel Boy, Capitão América e outros, divertiu e emocionou muitos jovens e leitores das HQs da década de 40.  Namor foi criado em 1939 por Bill Everett para a revista Marvel Comics, da editora Timely-Atlas. Namor, foi o primeiro super-herói da Marvel Comics. Filho do oficial da marinha Leonard McKenzie e a princesa Fen, filha de Thakorr, imperador da Atlântida. Namor é um híbrido de humano e atlante. Sendo assim considerado como um humano-mutante. Sempre acreditou de que os povos da superfície eram seus inimigos, desde que invadiram os mares com suas tecnologias de destruição. Namor os ignorou, e prometia vingança sempre que se deparava com qualquer mortal da superfície, inclusive com o homem sem medo, o Demolidor, em uma das histórias mais emocionantes do mundo dos quadrinhos até nos dias de hoje, mostrada pela 1ª vez no Brasil, na revista O Demolidor nº 7 (1ª série) da EBAL. Mas logo, ele se viu ajudando bravos humanos, e se tornou membro do grupo que lutava contra nazistas, conhecido como Invasores, ao lado do Capitão América e Tocha Humana. Após a guerra, este grupo foi reformulado. Em seguida, Namor teve amnésia, e enfrentou Paul Destine (Destiny), e quando sua memória voltou, ficou totalmente confuso e voltou a ver os habitantes da superfície como inimigos. Por anos, dividiu sua lealdade entre seus companheiros da sua cidade submersa Atlantis e os outros povos. Fato que provocou a revolta de seus semelhantes, e que o deixou de ser bem-vindo em Atlântida (Atlantis). Namor então ficou exilado durante algum tempo. Namor é o Príncipe Namor I e eventualmente se tornou o monarca de seu povo. Não usa armas. Seus poderes especiais, força, resistência e vigor sobre-humanos, capacidade de respirar debaixo d'água, resistência às pressões do fundo do oceano e capacidade de voar o tornam uma verdadeira arma humana, e um herói fascinante! 



A origem do HOMEM DE FERRO é até certo ponto, a mais complexa e interessante história de um super herói, tendo como ponto de partida, a guerra do Vietnã, que os americanos não engoliram até hoje. Anthony Edward Stark é um bem sucedido empresário, fundador da Stark Enterprises e de outros empreendimentos. O mundo todo conhece Tony Stark, seus inventos maravilhosos e seu guarda costas, o Homem de Ferro. Ele é um dos homens mais inteligentes do mundo. O Homem de Ferro foi criado por Stan Lee em 1963. Durante a guerra do Vietnã, o inventor e industrial Anthony Stark aproveitou a oportunidade para melhorar o armamento americano, e ampliar sua fortuna. Em sua primeira visita ao Vietnã acabou acidentalmente acionando uma armadilha. Stark sobreviveu à explosão, mas estilhaços da bomba atingiram seu coração. O inimigo o capturou, e foi levado até o líder Wong Chu. Restavam apenas alguns dias de vida para o americano, e Wong Chu o forçou a criar uma poderosa arma e prometeu que depois ele seria operado dos estilhaços. Tony decidiu obedecer, mas não criou uma arma, e sim algo que o mantivesse vivo e permitisse derrotar o inimigo. Preso com ele estava outro gênio, o professor Yin Sen. Stark revelou seu plano ao professor, e Yin Sen o ajudou a construir a armadura que o manteria vivo. Quando Stark experimentava a armadura, homens de Wong Chu se aproximaram. Para impedir que entrassem na sala e interrompessem o processo que recuperaria o coração de Tony, o velho professor começou a gritar contra a tirania para lhes chamar a atenção. O cientista foi fuzilado, mas foi o tempo suficiente para que Stark se recuperasse e se acostumasse a usar a estranha e armadura cinza que criaram. A armadura do Homem de Ferro, é super resistente a disparos diretos contra ele, mas não em grande quantidade e persistência. Mesmo assim, ele enfrentou as tropas inimigas. Wong Chu tentou fugir, e o Homem de Ferro incendiou o galpão de munições fazendo com que a explosão o matasse. Wong Chu foi morto e os prisioneiros libertados. Desde então Stark desenvolveu novas versões de sua armadura, e adotou as cores vermelha e dourada como as padrões da armadura.. Tony criou um verdadeiro império em suas indústrias, e o Homem de Ferro para o mundo todo é o guarda costas do milionário. Tony Stark, é só um humano, e depende da tecnologia para se manter vivo em razão dos problemas cardíacos.  Sua invencível armadura lança foguetes, mísseis e dispara raios laser, além é claro de possuir jatos propulsores embaixo dos pés que o fazem voar. Entre os inimigos do Vingador destacam-se o Mandarim, Dr. Destino, o Toupeira, Dínamo Escarlate, o dragão milenar Fin Fang Foom, e as organizações criminosas, IMA e HIDRA. 



O INCRÍVEL HULK: Brilhante físico nuclear, o Dr. Bruce Banner foi um dos cientistas mais promissores do exército. No dia do teste da sua "Bomba Gama" experimental, minutos antes da detonação, avistou a aproximação no local, de um jovem desavisado. Conseguiu chegar a tempo e jogar o garoto numa vala. Neste momento, a bomba é detonada propositadamente pelo cientista Igor, que almejava o fim de Banner. Mas Bruce Banner sobreviveu e foi trazido à base pelo outro sobrevivente, o jovem Rick Jones (Ricardinho, na primeira dublagem da televisão). Mais tarde, naquela noite, Banner se transformou pela primeira vez numa criatura imensa e semi-humana movida pela emoção e com baixo intelecto, uma criatura incrível, o incrível Hulk. Suas transformações eram provocadas pela ira ou por um grande nervosismo. Como um homem guiado pela razão e pela ciência, Banner passou a temer as transformações e a odiar seu alter ego, uma criatura de ira descontrolada. Freqüentemente tentou impedir suas transformações, mas fracassou. A criatura queria apenas ser deixada em paz, mas atacava sempre que ameaçado, berrando um característico "Hulk Esmaga!". Bruce não usa armas, pois tem sua força, vigor e resistência a ferimentos, capacidade de saltar quilômetros num único salto. Nosso herói, mal sabia o quanto seria usado no decorrer dos anos através dessa sua maldição. Série de Tv, histórias em quadrinhos, filme de cinema e mais produções animadas sempre mantiveram o herói ocupado na cabeça de várias gerações. 


O PODEROSO THOR o deus do Trovão, é o filho preferido de Odin, Lorde dos Deuses, porém, ele não tinha humildade. Por isso, seu pai o enviou para a Terra como castigo, despido de sua divindade e com uma perna ferida, para que conhecesse a fraqueza e a dor. Thor se apresentou numa faculdade de medicina como Donald Blake, sem saber que na verdade era um Deus nórdico. Odin fornece a Thor, seu martelo poderoso para salvar a Terra e deter os vilões. Além de permitir que Thor convoque os elementos da natureza (trovão, raio, vento e chuva), ele também viaja entre várias dimensões. E claro, é a chave para que o calmo e quieto Dr. Donald Blake se transforme no poderoso Deus, ao batê-lo no chão quando na forma de uma bengala. Como Blake, Thor aprende o valor da humildade e da perseverança, enquanto cuida dos doentes e moribundos. Seu meio-irmão ciumento e falso, Loki, o Lorde das Mentiras, despreza nosso poderoso herói e tenta impiedosamente sabotar seu irmão. Sua mente diabólica e impiedosa planeja constantemente a derrubada de Asgard e a destruição da Terra. Blake viria recuperar seus poderes e sua consciência divina, quando estava passando férias na Noruega. Alienígenas pretendiam conquistar a Terra, que pós ser descoberto pelos aliens, Blake, ficou encurralado numa caverna, onde achou uma bengala que na verdade era o martelo sagrado. Mais tarde ele viria a descobrir que sempre foi Thor, e que Donald Blake, foi uma invenção de seu pai. Bons tempos do Clube do Capitão Aza na Tv Tupi, afinal, foi lá que tudo começou!






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