quinta-feira, 7 de setembro de 2017

REVISTAS ANTIGAS (OLD / CLASSIC MAGAZINES) - A CENA MUDA Nº 07 (CAPA: CORINNE CALVETI / BURT LANCASTER) - 1950 COMPANHIA EDITORA AMERICANA


A CENA MUDA Nº 07 (CAPA: CORINNE CALVET / BURT LANCASTER - ZONA PROIBIDA-ROPE OF SAND) - 1950 COMPANHIA EDITORA AMERICANA / Uma das publicações que certamente, foi a forma mais eficiente de apresentar ou divulgar as produções cinematográficas do passado, ou os filmes que estavam em cartaz, além de seus astros e estrelas. De 1918 à 1955, "A Cena Muda" foi um importante veículo do meio, que mantinha acesa a chama dos leitores ávidos em ver as "beldades" da época, ou seus heróis do faroeste, dos filmes de ação, além das mocinhas procurarem seus galãs mais de perto, ou ter uma foto ou poster autografado na revista. Foram 1.720 edições durante esse período, sendo que no inicio, era composta de 36 páginas, e após alguns anos, as edições passaram a contar com 50 páginas, com a mais completa cobertura de cinema dos anos 20 aos 50. Foto de Capa desta edição: a estonteante Corinne Calvet (como Suzanne) e Burt Lancaster (como Mike Davis) em cena do filme Zona Proibida (Rope of Sand), filme cujo lançamento mundial foi em 1949 sendo este, a estréia dessa linda atriz.















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REVISTAS ANTIGAS (OLD / CLASSIC MAGAZINES) - CASTLE OF FRANKENSTEIN Nº 13 - 1969 BY CALVIN THOMAS BECK'S GOTHIC CASTLE PUBLISHING COMPANY


CASTLE OF FRANKENSTEIN Nº 13 - 1969 BY CALVIN THOMAS BECK'S GOTHIC CASTLE PUBLISHING COMPANY / Esta revista infelizmente não chegou a ser publicada no Brasil, direcionada totalmente para os fãs de horror, ficção-científica e fantasia, ela foi distribuída por Kable News e publicada em New Jersey entre 1962 à 1975 pela Gothic Castle Publishing Company de Calvin Thomas Beck. Embora promovida e vendida como uma "revista de monstros", os leitores eram conscientes o suficiente, de que a publicação na época, era a única revista distribuída nacionalmente dedicada a uma cobertura legítima e séria aos filmes "B", ou "trash". Além do foco central em filmes de terror clássicos e atuais, Castle of Frankenstein também dedicou páginas a cineastas amadores e uma cobertura especial de fanzines. Uma característica interessante da revista, foi o "Frankenstein Movieguide", uma tentativa de documentar todos os filmes fantásticos vistos na televisão com "mini-reviews" curtos escritos por Joe Dante (Piranha, The Howling, Gremlins). Ao contrário de alguns comentaristas ou críticos do gênero, esses revisores não estavam limitados apenas aos filmes de estilo monstro. Em vez disso, as inúmeras revisões de filmes de fantasia, eram breves e bem escritas, e também, abrangiam filmes experimentais e filmes de arte estrangeiros, sempre é óbvio, ligados ao gênero proposto. Uma curiosidade: - Com a foto de capa na edição nº 11 de Leonard Nimoy (Spok), o Castelo de Frankenstein foi a primeira revista a apresentar o Star Trek (Jornada nas Estrelas) com uma grande matéria devido à capa. Desde sua primeira publicação, a revista superou por mais de 20 anos, as diversas publicações similares na época, com exceção apenas da clássica "Famous Monsters of Filmland".

















CAPA DA EDIÇÃO Nº 11

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sábado, 2 de setembro de 2017

DESENHOS ANIMADOS ANTIGOS (CARTOON CLASSICS) - COLETÂNEA DE DVD's DE DESENHOS CLÁSSICOS (CLASSIC DVD COLLECTION) POPEYE-LITTLE LULU-MIGHTY MOUSE-THE THREE STOOGES-FELIX THE CAT-BETTY BOOP-MUTT & JEFF-RAGGEDY ANN & FIRENDS AND MORE!


COLETÂNEA DE DVD's DE DESENHOS ANIMADOS CLÁSSICOS (CLASSIC DVD COLLECTION) - Uma coleção imperdível de dvd's importados com desenhos inesquecíveis de clássicos personagens conhecidos e aqueles que não são exibidos há mais de 40 anos na televisão brasileira, mas que ainda permanecem arquivados em nossa memória. Muitos deles em preto e branco que me lembro vagamente quando assistia em programas infantis do Canal 7 (Tv Record), Canal 4 (Tv Tupi), Canal 9 (Tv Excelsior) e Canal 13 (Tv Bandeirantes) emissoras cuja numeração especificamente para o sinal do estado de São Paulo e interior. Desenhos que víamos no Pullman Jr., Pim-Pam-Pum, Sessão Zás-Trás, Sessão Patota, entre tantos outros que deixaram saudades! Não sei se ainda existe disponível para venda, faz alguns anos que os comprei, são importados e portanto originais em inglês, mas que valem a pena por podermos rever também, as aberturas e encerramentos completos de cada segmento. Aqui no mercado brasileiro também chegou a sair alguns DVD's em bancas de jornais e de promoções de bancadas de hipermercados, por distribuidoras independentes e pequenas, mas a qualidade do original é fantástica, sem mencionar a quantidade de desenhos e o valor que na época quando adquiri, era muito baixo.



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domingo, 27 de agosto de 2017

GIBIS ANTIGOS (CLASSIC COMICS) - ALMANAQUE DE ZORRO (THE LONE RANGER) - 1971 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL)



ALMANAQUE DE ZORRO (THE LONE RANGER) - 1971 EDITORA BRASIL-AMÉRICA (EBAL) / Num total de 20 almanaques lançados pela Ebal, entre 1960 e 1978, este aqui apresentado, é para 1971, sempre ou no minimo, contendo 100 páginas. Não era regra, mas  no Natal ou Ano-Novo, como forma de causar surpresa e presentear o leitor todos os finais de ano, cuja expectativa aumentava, era sabido que uma edição especial seria publicada! De todas as publicações lançadas pela Editora Brasil-América, a saudosa EBAL, certamente ao lado de Batman, Superman e Tarzan, Zorro permaneceu durante anos com seus exemplares ainda hoje, valendo um bom dinheiro no mercado de coleção. Foram mais de 400 edições publicadas somente pela EBAL, desde março de 1954. Realmente, com uma contagem dessas, não dá para não dizer ou relacionar o grande sucesso do cavaleiro solitário em terras brasileiras. Essa popularidade sempre foi compartilhada no Brasil, onde qualquer produto do Zorro era sucesso certo. Por isso existe a grande pergunta se o personagem The Lone Ranger foi batizado dessa forma por confusão mesmo, ou por oportunismo comercial das editoras de quadrinhos que não detinham os direitos de publicação do verdadeiro Zorro (da Disney de capa e espada), e por isso buscavam genéricos. Tal confusão foi posteriormente compartilhada pela televisão e pelo cinema. Quando a popular série de TV (nos Estados Unidos) do Lone Ranger chegou no Brasil, foi chamada por aqui As Aventuras de Zorro - O Cavaleiro Solitário, seguindo uma tendência já inaugurada pelos gibis. The Lone Ranger é um personagem originalmente criado para uma rádionovela norte-americana, por George Washington Trendle e o escritor Frank Striker, em 1933. Sua identidade secreta é do ranger (guarda rural texano) John Reid, embora ele não a use. O herói sempre está de máscara, e só oculta o nome verdadeiro para que sua família não sofra as consequências caso seu verdadeiro nome seja conhecido. Na verdade, ele tem bem poucas semelhanças com o Zorro, apesar da máscara negra. Afinal, o Cavaleiro Solitário se veste de maneira bem mais “colorida” - geralmente camisa azul, ou vermelha.  Seu chapéu é indefectivelmente branco (como o era todos os chapéus dos mocinhos do velho-oeste nos anos 50, onde o chapéu negro cabia para os bandidos). Branco também era seu cavalo, o famoso Silver. Suas principais armas eram seus colts 38, onde disparava sempre balas de prata, sua marca registrada. Na televisão, Lone Ranger não matava, sua mira era tão certeira, que ele podia desarmar os bandidos atirando diretamente no seu revólver. Também era um excelente lutador corpo a corpo, e tinha como parceiro constante o índio Tonto, um índio da tribo Navajo que o salvou de morte certa quando ainda era um "Ranger", e foi pego em uma emboscada por uma quadrilha de bandidos. Na verdade, existe uma versão original onde tonto já era seu amigo desde infância. Onde quando essa embocada acontece, o índio guerreiro o encontra e reconhece seu amigo de infância e intervém. Posteriormente, essa origem seria modificada, para tons menos racistas, com o grupo de rangers, incluindo seu pai e seu irmão, assassinado por criminosos, e John às portas da morte, sendo encontrado por Tonto. Com os criminosos acreditando que todos os rangers estavam mortos, Reid adota uma máscara e passa a agir sob uma identidade secreta, de forma a proteger a viúva de seu irmão, e seu sobrinho, Dan Reid Jr. Assim os criminosos não sabem quem de fato é o Cavaleiro Solitário, e não podem se vingar através da família do herói. Para manter o disfarce, ele não volta mais a sua identidade original, que para todos os efeitos, está morta. A rádionovela teve bastante sucesso, motivando a produção de filmes e séries para o cinema e, claro, tiras em quadrinhos para o jornal. Em 1948 surgiram as primeiras revistas em quadrinhos, cujos direitos foram adquiridos pela editora Ebal, que as lançou por aqui a partir dos anos 50. Ele também chegou desde cedo no Brasil, com suas primeiras tiras em quadrinhos sendo publicadas pelo Globo Juvenil em dezembro de 1938. Além desse tabloide, as tiras seguiram em outras publicações, ao longo dos anos 40, tais como Gibi Tri-Semanal, Almanaque de O Globo Juvenil, Biriba, Novo Gibi, Novo Globo Juvenil e Guri. Cada veículo dava um nome diferente ao pistoleiro mascarado, tais como Guarda Vingador, Justiceiro Mascarado, Kid Roger, Cavaleiro Mascarado, além de claro, Zorro, e até mesmo o nome original, Lone Ranger, mantido sem tradução. Para os historiadores dos quadrinhos, isso acontecia pela dificuldade dos tradutores da época em traduzir a palavra “Ranger” para um termo fácil em português. Afinal Ranger é uma espécie de guarda rural montado, que existia no estado do Texas, em meados do século XIX. De acordo com outra teoria, os distribuidores confundiam os dois personagens devido a uma série de coincidências. Primeira: em 1936 o ator Robert Livingstone interpretou o Zorro hispânico em The Bold Caballero e também fez o Cavaleiro Solitário no seriado da Republic The Lone Ranger Rides Again. Segundo: Clayton Moore, que interpretou o herói cowboy na série de TV também interpretou um descendente do herói espadachim no seriado da Republic The Ghost of Zorro (1949). Quando a Ebal adquiriu os direitos da revista em quadrinhos da Dell Comics, optou pelo Zorro, muito provavelmente por razões comerciais. Na sua primeira edição, lançada em março de 1954, havia ainda um subtítulo, As Aventuras de Lone Ranger, mas logo isso caiu por terra. Além dos gibis, a popularidade do personagem refletia na TV, ou até mesmo o contrário, a popularidade da TV era que refletia nos quadrinhos, impulsionando as vendagens. O Cavaleiro Solitário foi uma série de enorme sucesso nos EUA, com Clayton Moore no papel título e Jay Silverheels, o índio Tonto (tribo Mohawk / no Brasil Navajo), seu inseparável parceiro. O programa foi produzido de 1949 até 1957 em 5 temporadas totalizando 221 episódios de 25 minutos de duração. De 1949 à 1956, os episódios foram produzidos em preto e branco, e parte de 1956 / 57, em cores). ao longo dos anos, vários episódios foram colorizados por computador. A verdade que esse herói do Faroeste ainda hoje mantém viva, uma legião de fãs e seguidores de suas histórias em quadrinhos, seus filmes de cinema e da televisão, e como eu mesmo sempre disse quando tive meu programa de rádio, "certas séries e desenhos animados, bem como quadrinhos, não tem prazo de validade", esse é um bom exemplo disso!!!











  
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sábado, 26 de agosto de 2017

REVISTAS ANTIGAS (OLD / CLASSIC MAGAZINES) - THE AUSTRALIAN WOMEN'S WEEKLY Nº 15 (VOL. 7) -1939


THE AUSTRALIAN WOMEN'S WEEKLY Nº 15 (VOL. 7) -1939 / Uma publicação semanal inicialmente, direcionada ao público feminino e de grande circulação. começou em 1933 com Frank Packer, sendo seu primeiro editor, George Warnecke e os manequins desenhados também em seu inicio, por william Edwin Pidgeon, responsável por muitas das capas artísticas e famosas ao longo de 25 anos. em junho de 1983, comemorou 50 anos de publicação, e 75 na edição de outubro de 2008, e logicamente variando muito a estrutura daqueles anos iniciais para os atuais, incluindo a periodicidade que passou a ser mensal. Versões femininas semanais foram lançadas até em Singapura e na Malásia por volta de 1997 e 2000, seguindo o perfil e padrão da revista, enquanto mantinha o seu conteúdo em grande parte local. Só para se ter uma idéia, em 2012, a empresa-mãe da revista ACP Revistas, subsidiária da Nine Entertainment, foi adquirida pela Bauer Media Group. A circulação auditada em junho de 2013 foi de 459,175 cópias mensais. Os números para setembro de 2014 foram estimados em 1.828.000 leitores. A revista atualmente publicada, geralmente contém 240 páginas e impressa em papel brilhante em tamanho de página A4. As edições clássicas dos anos 30 e pouco mais adiante, era no formato tablóide, tal qual os jornais de circulação da época. Especificamente para a época, trazia artigos sobre a mulher australiana moderna. Ao longo dos anos, incluiu um guia de TV extravagante. Em 1982, a frequência de publicação foi reduzida de semanalmente para mensalmente. "Weekly" foi mantido no nome por razões de familiaridade e porque o termo "mensal" de uma mulher era um termo de gíria para a menstruação. A edição semanal final foi datada de 15 de dezembro de 1982, seguida da primeira edição mensal datada de janeiro de 1983. O guia de TV foi interrompido na introdução do formato mensal. enfim, uma revista interessante e de grande aceitação do público feminino.



















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